Presos fazem greve de fome e cobram retorno para Aparecida

O tempo, literalmente, fechou nesta terça-feira, 14, no novo presídio de Anápolis. Por fora, aparentemente tudo tranquilo. Mas em seu interior, cerca de 300 detentos que foram transferidos para o local no último dia 23 de fevereiro faziam greve de fome. O motivo vai de encontro a dois interesses comuns, deles próprios e de toda a população anapolina: que eles sejam devolvidos para à sua comarca de origem.

Motivada por denúncias em redes sociais, a reportagem deslocou para o local na tarde desta terça-feira, 14, mais foi informada de que nada acontecia. Mais tarde, o presidente do Conselho da Execução Penal de Anápolis, Gilmar Alves dos Santos, confirmou a informação da revolta dos presos. “Eles não querem ficar aqui e eles me cobram por isso”, afirmou, incrementando que parentes dos presos também pedem pela urgente devolução dos presos para Aparecida de Goiânia.

O presidente, ainda nesta terça, noticiou a situação à juíza da Vara da Execução Penal, Lara Gonzaga, que confirmou que as notícias de confusões generalizadas da nova unidade só chegam a ela, também, pelas redes sociais. “Relatei tudo a doutora Lara pedindo providências. A situação é crítica”, finalizou Gilmar.

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